domingo, 30 de agosto de 2015

Conflitos Israel - Pelestina

O conflito israelo-palestino envolve a disputa dos dois povos pelo direito à soberania e pela posse da terra ocupada por Israel e pelos territórios palestinos. 
O impasse teve início no século 19, quando judeus sionistas expressaram o desejo de criar um Estado moderno em sua terra ancestral e começaram a criar assentamentos na região, na época controlada pelo Império Otomano. 
Desde então, houve muita violência e controvérsia em torno da questão, assim como vários processos de negociações de paz durante o século 20 e ainda estão em andamento.
Tanto israelenses quanto palestinos reivindicam sua parte da terra com base na história, na religião e na cultura. Os israelenses, representados pelo Estado de Israel, têm soberania sobre grande parte do território, que foi conquistado após a derrota dos árabes em duas guerras --o conflito árabe-israelense de 1948 e a Guerra dos Seis Dias, de 1967.
Os palestinos, representados pela Autoridade Nacional Palestina (ANP), querem assumir o controle de parte dos territórios e estabelecer um Estado Palestino soberano e independente.
Grande parte dos palestinos aceitam as regiões da Cisjordânia e da faixa de Gaza como território para um futuro Estado palestino. Muitos israelenses também aceitam essa solução. 
Uma discussão em torno dessa solução ocorreu durante os Acordos de Oslo, assinados em setembro de 1993 entre Israel e a Organização para a Libertação da Palestina (OLP), que permitiu a formação da ANP. No entanto, Israel e ANP não chegaram a uma posição comum. 
Apesar de vários outros acordos e planos de paz, como os de Camp David e das negociações do chamado Quarteto para o Oriente Médio (Estados Unidos, União Européia, Rússia e ONU), a situação ainda se vê hoje em um impasse.

Atualmente, as negociações esbarram na questão do governo palestino, que, liderado pelo movimento radical islâmico Hamas (que assim como o moderado Fatah possui braços armado e político) não reconhece o direito de existência de Israel. Após a vitória do Hamas (considerado pelos EUA e por Israel como um grupo terrorista) em 2006, a comunidade internacional iniciou um bloqueio financeiro à ANP que gera uma grave crise nos territórios palestinos.

O recente acordo entre o Hamas e o Fatah para a formação de um governo de coalizão ainda não permitiu o retorno de negociações que incluam os palestinos no processo de paz. O impasse é devido, principalmente, à resistência do Hamas em reconhecer Israel e à resistência da comunidade internacional em reconhecer a legitimidade do movimento islâmico como representante dos palestinos.

 cronologia do conflito:

1917 - Declaração do Reino Unido

O Reino Unido divulga a Declaração de Balfour, que concede aos judeus direitos políticos como nação, e foi vista pelo povo judeu como uma promessa para a formação de um Estado Judeu nos territórios palestinos.

1947 - Plano de partilha da ONU
Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprova plano para partilha da Palestina, ou seja, a criação de Israel e de um Estado palestino. Até então, a região era uma colônia britânica. A partilha é rejeitada por árabes e palestinos, que prometem lutar contra a formação do Estado judaico.

1948- conflito árabe – israelense


1949 - Expansão das fronteiras
Em 1949 Israel vence guerra árabe-israelense e expande fronteiras. Cisjordânia e Jerusalém Oriental ficam com a Jordânia; Gaza, com o Egito.

Vários outros conflitos armados ocorreram entre o Estado de Israel e os árabes e palestinos tendo como foco Israel e seu território. No que concerne à conquista de terras, é importante destacar também a Guerra dos Seis Dias, em 1967, quando Israel conquista o deserto do Sinai, a faixa de Gaza (Egito), a Cisjordânia, Jerusalém Oriental (Jordânia) e as colinas do Golã (Síria).

Em 1982, seguindo um acordo entre Israel e o Egito alcançado três anos antes, os israelenses se retiram do Sinai.

1967- guerra dos seis Dias

1987 – Intifada

Entre 1987 e 1993, os palestinos empreenderam uma revolta popular contra Israel que ficou conhecida como Intifada. Marcada pelo uso de armas simples, como paus e pedras lançadas pelos palestinos contra os israelenses, a Intifada incluiu também uma série de atentados graves contra judeus.

1993 - Acordos de Oslo

Em 1993, na Noruega, Israel se compromete a devolver os territórios ocupados em 1967 em troca de um acordo de paz definitivo. Israel deixa boa parte dos centros urbanos palestinos em Gaza e Cisjordânia, dando autonomia aos palestinos, mas mantém encraves. O prazo é adiado devido a impasses sobre Jerusalém, o retorno de refugiados palestinos, os assentamentos judaicos e atentados terroristas palestinos.

1998 - Processo de paz

Após acordos de paz entre israelenses e palestinos, como o de Oslo (93) e o de Wye Plantation (98), Israel entregou porções de terra aos palestinos.

2000 - Camp David

Em julho de 2000, em Camp David (EUA), Israel ofereceu soberania aos palestinos em certas áreas de Jerusalém Oriental e a retirada de quase todas as áreas ocupadas, mas Iasser Arafat [morto 11 de novembro de 2004, após ficar internado durante 14 dias em um hospital militar na França] exigiu soberania plena nos locais sagrados de Jerusalém e a volta dos refugiados. Israel recusou.

2000 - Segunda Intifada

O segundo levante popular palestino contra Israel que teve início em setembro de 2000 ficou conhecido como segunda Intifada, e começou quando o então premiê de Israel, Ariel Sharon, visitou a Esplanada das Mesquitas, local mais sagrado de Jerusalém para palestinos e judeus (que o chamam de Monte do Templo).

2002 Muro de proteção

Israel começa a erguer uma barreira para se separar das áreas palestinas com o objetivo de impedir a entrada de terroristas. Palestinos afirmam que a construção do muro é uma anexação de território. A construção inclui série de muros de concreto, trincheiras fundas e cercas duplas equipadas com sensores eletrônicos 

2002 – Quarteto

Em outubro de 2002, um enviado dos EUA apresenta pela primeira vez um esboço do plano de paz internacional elaborado pelo Quarteto [EUA, Rússia, União Européia e ONU]. O novo plano segue as linhas traçadas pelo presidente dos EUA, George W. Bush. Prevê o fim da violência, seguido por reformas políticas e nos serviços de segurança palestinos e a retirada de Israel de territórios ocupados.

Forças israelenses cercam Arafat na Muqata (QG do líder) em meio a uma ampla ofensiva lançada após uma onda de ataques terroristas em Israel. Arafat fica proibido por Israel de deixar a Muqata. Fica confinado até antes de sua morte, em novembro de 2004.

2003 - Plano de Paz Internacional

O plano é oficializado em 2003. Seu texto propõe um cessar-fogo bilateral, a retirada israelense das cidades palestinas e a criação de um Estado palestino provisório em partes da Cisjordânia e da faixa de Gaza. Em uma última fase, seria negociado o futuro de Jerusalém, os assentamentos judaicos, o destino dos refugiados palestinos e as fronteiras. Não é mencionado no texto a exigência do governo israelense de que o presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Iasser Arafat, morto em 11 de novembro último, seja removido do cargo. Apenas diz que os palestinos precisam de uma liderança que atue duramente contra o terror.

2003 - Mahmoud Abbas

Em maio, assume o cargo de premiê palestino o moderado Mahmoud Abbas, indicado por Iasser Arafat após ampla pressão internacional.

Abbas renuncia cerca de quatro meses depois após divergências com Arafat em relação ao controle da segurança palestina.

2004 - Morte de Arafat

Em novembro, morre o líder da Organização pela Libertação da Palestina, Yasser Arafat.

2005 – Eleição

Em janeiro, Mahmoud Abbas vence as eleições e se torna o novo presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP). Um ano depois, a frustração com seu partido, o Fatah, acusado de corrupção, colabora para a vitória do movimento rival Hamas nas eleições parlamentares palestinas, levando o islâmico Ismail Haniyeh ao posto de premiê.

A vitória do Hamas levou a comunidade internacional --liderada pelos EUA e por Israel-- a empreenderem um boicote financeiro à ANP, detonando crises internas e episódios de violência.

2005 - Plano de retirada

Lançado pelo premiê israelense, o plano unilateral de Sharon --que alega ter tomado essa iniciativa por não contar com interlocutores confiáveis no lado palestino-- visa retirar de Gaza e parte da Cisjordânia 25 assentamentos judaicos e suas forças militares. Convivem hoje no território 1,3 milhão de palestinos e cerca de 8.500 judeus. Facções contrárias à retirada adotam o discurso de não desistir de nenhum centímetro de terra. 

2006 - Afastamento de Sharon

Em janeiro, o então premiê israelense Ariel Sharon sofre um derrame cerebral e entra em coma. Ele é substituído interinamente pelo atual premiê, Ehud Olmert. Em março, eleições israelenses dão a vitória ao partido Kadima (centro), de Olmert, e após formar uma coalizão o líder é confirmado no posto de premiê israelense.

2007 - Governo de coalizão palestino

Após meses de negociações, os partidos palestinos rivais Fatah (do presidente da ANP, Mahmoud Abbas) e Hamas (do premiê palestino, Ismail Haniyeh) concordam com a criação de um novo gabinete com poder compartilhado. O acordo foi fechado em Meca (Arábia Saudita) em uma reunião com Abbas, Haniyeh e o líder político do Hamas na Síria, Khaled Meshaal, no dia 8 de fevereiro.

A negociação foi marcada pela violência interna que custou a vida de dezenas de palestinos entre dezembro e fevereiro. 

Apesar da comunidade internacional --incluindo Israel-- ter pressionado pela realização do acordo entre os dois movimentos, Israel não tem a intenção de tratar com o novo governo palestino. 

O Hamas continua a não aceitar de forma direta ou indireta o reconhecimento de Israel, os acordos firmados e a renúncia à violência, informou um comunicado do Ministério de Relações Exteriores de Israel. Esses três pontos são as exigências da comunidade internacional para o fim do bloqueio financeiro à ANP. 

1948
A Primeira Guerra Árabe-Israelense ocorreu entre maio de 1948 e janeiro de 1949, opondo, de um lado, o recém-criado Estado de Israel e, de outro, alguns países da Liga Árabe, dentre eles Egito, Iraque, Jordânia, Líbano, Síria e Arábia Saudita. A declaração de guerra por parte dos árabes aconteceu como resposta à decisão da ONU em criar o Estado de Israel, em 1948.
Porém, as disputas entre israelenses e árabes, principalmente os palestinos, já estavam ocorrendo há tempos. Eles eram resultado do sionismo, um movimento político surgido no século XIX e capitaneado principalmente por Theodor Herzl, um jornalista austríaco que defendia a criação de uma nação judaica em um território unificado. Eles conseguiram o apoio britânico, que ofereceu cerca de 15.000 km² de terras para assentamentos judaicos em Uganda, na África, oferta recusada pelos sionistas.
Com o passar das décadas, grupos de judeus instalaram-se na Palestina, principalmente depois da Primeira Guerra Mundial, quando o Império Turco-Otomano foi dissolvido e a Inglaterra ficou responsável pelo controle da Palestina. Um Ministro das Relações Exteriores britânico, lorde Arthur Balfour, apoiou a fundação de um Estado judeu na Palestina, resultando no aumento da migração para a região. O mesmo lorde havia prometido a independência aos árabes. Os judeus formaram núcleos agrícolas, principalmente nas melhores terras para o cultivo. Aos poucos, as hostilidades entre árabes-palestinos e judeus foram aumentando.
A perseguição nazista aos judeus na década de 1930 foi mais um estímulo para o deslocamento de contingentes judeus para a região. Entretanto, a Inglaterra proibiu a entrada de novos colonos judeus na região, fomentando a imigração ilegal. Com o fim da Segunda Guerra Mundial e o saldo de 6 milhões de judeus mortos no chamado holocausto, houve a ampliação da campanha sionista.
Em 1948, a ONU decidiu criar o Estado de Israel, dividindo a Palestina em duas partes: uma porção de terras de 11.500 Km² para os cerca de 1,3 milhão de palestinos; e outra de 14.500 para os cerca de 700 mil judeus que habitavam a região. Os árabes recusaram-se a reconhecer o Estado de Israel, e não houve a formação do Estado Palestino.
Dessa forma, a declaração de guerra de alguns dos países da Liga Árabe em maio de 1948 transformou-se na primeira guerra entre árabes e israelenses. Com o forte apoio dos Estados Unidos, Israel derrotou seus adversários, ocupando os territórios da Galileia, o Deserto de Neguev e a Cisjordânia, a oeste do rio Jordão. Jerusalém foi dividida em duas partes: a parte ocidental pertencente a Israel, e a =
Mas o conflito não era apenas em virtude da religião distinta entre árabes e judeus, os motivos econômicos, principalmente os ligados ao petróleo, estavam na raiz das guerras árabe-israelenses.
A principal consequência da Primeira Guerra Árabe-Israelense, além do aumento territorial de Israel, foi a expulsão de quase um milhão de palestinos das terras conquistadas, dando origem à chamada Questão Palestina, uma luta pela recuperação territorial. Para se refazer de sua diáspora da Antiguidade, os sionistas geraram a diáspora palestina.
1967-Guerra dos seis dias 
A Guerra dos seis dias foi um conflito relâmpago que aconteceu entre Israel  e os países árabes Egito, Jordânia e Síria, que contavam com o apoio do Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Argélia e Sudão.
Após o término da guerra pelo controle do Canal de Suez, um clima de tensão ficou no ar, deixando claro que qualquer detalhe mal interpretado ou simplesmente, feito com má vontade, poderia levar as causas de uma nova guerra, e foi o que aconteceu.
Israel e Egito haviam feito um acordo de que os israelenses retirariam suas tropas desde que o egípcios parassem de dar apoio as ações de guerrilha naquela região. Porém, neste acordo, apenas Israel cumpriu sua parte, pois o Egito continuou ajudando as facções de guerrilha que insistiam em atacar o povo hebreu. Para completar, o Egito ainda bloqueou o Golfo de Aqaba, uma rota de suma importância para a navegação de Israel, e este ato foi considerado como uma enorme agressão ao governo de Israel.

Os fatos anteriores ao conflito

No dia 7 de abril de 1967 Israel dava o primeiro passo que iria desencadear a guerra dos seis dias. Foram lançados ataques contra as bases e as posições da artilharia árabe nas Colinas de Golã. Os israelenses conseguiram abater seis aviões Ming, com o uso de seus caças Mirage, que voaram baixo sobre a capital da Síria, Damasco.
A partir de então, o presidente do Egito, Gamal Abdel Nasser, decidiu fazer um bloqueio para se prevenir de um provável ataque de Israel, decisões essas que provocariam uma guerra fechada. Em maio de 1967 Nasser enviou tropas para o Deserto de Sinai e pediu que os militares da ONU partissem, ele também ordenou um bloqueio no Golfo de Aqaba, já feito anteriormente.
Israel, vendo toda essa movimentação, resolveu se mobilizar. Enquanto isso, Síria, Egito e Jordânia declaravam estado de emergência, e no dia 22 de maio Nasser ordenou o fechamento do Estreito de Tiran aos barcos de Israel, tornando a cidade portuária de Eilat completamente isolada. Nos 3 dias seguintes houve uma movimentação do exército Egípcio, que se dirigiu para as fronteiras com Israel.

Período da Guerra dos Seis Dias

No dia 5 de junho teve início a ofensiva que duraria seis dias. Israel iniciou com um ataque preventivo, que não visava a intenção de matar nenhum inimigo, apenas de destruir a capacidade aérea dos países árabes. Em praticamente três horas cerca de 319 aviões do Egito estavam destruídos, a maioria deles nem havia decolado ainda, enquanto isso os israelenses perderam apenas 19 aviões.
Obtendo essa vantagem numérica, no que dizia respeito ao arsenal, as tropas israelenses conseguiram ocupar a Faixa de Gaza por terra, e ainda chegar ao Sinai. De maneira incrível, as tropas de Israel conseguiram romper as defesas árabes tanto pelo norte quanto pelo sul, e ainda cessaram o esforço militar que mantinha unido os palestinos e os egípcios, na Faixa de Gaza.
No segundo dia, as tropas jordanianas iniciaram um bombardeio as cidades de Israel, principalmente Jerusalém, como reação, os hebreus tomaram posições próximas a Belém e ao sul de Ramallah, além de decidirem bombardear Amman e Mafraq.
Com o controle no céu, em apenas 24 horas Israel já havia tomado posse de grande parte das cidades dos jordanos.
No dia 7 de junho, o terceiro da guerra, Israel já havia conseguido anexar toda a Jerusalém e a Cisjordânia, reunificando a cidade.
Agindo sob pressão americana, a ONU decidiu iniciar um processo de negociação, apelando para que os países árabes envolvidos repensassem a guerra em questão. Haviam ocorrido muitas perdas, e ainda existia o risco de outros países mulçumanos entrarem no conflito, que poderia se tornar incontrolável e catastrófico. Essa intervenção conseguiu um cessar fogo entre a Jordânia e Israel, que entrou em vigar no mesmo dia.
Já era óbvio que a guerra deveria durar apenas poucos dias, pois a ONU já havia feito seu apelo e agora quem quisesse sair vitorioso deveria correr contra o tempo para conseguir os domínios dos territórios tão desejados.
A guerra se estendeu até o dia 10 de junho, com Israel controlando toda a península do Sinai, Cisjordânia, que incluía toda a cidade de Jerusalém, a Faixa de Gaza, e as Colinas de Golã, na Síria. Isso significava que agora Israel possuía um território quatro vezes maior que o seu, com um total de 1,5 milhões de pessoas.

Consequências

·         Os estados árabes perderam mais da metade de seu equipamento militar;
·         Israel perdeu cerca de 766 homens, enquanto os árabes perderam cerca de 18.000;
·         O presidente do Egito, Nasser, renunciou ao cargo devido a derrota;
·         O mundo islâmico ficou com aversão ao estado israelita;
·         Aumentou o número de refugiados da Jordânia.
ATUALMENTE – CONFLITO NA SÍRIA
Ataques na síria atual
Uma parte da população vai para Israel se refugiar
Inicio- 15 de março de 2011
140 mil mortos, 7 mil crianças e 5 mil mulheres

Há 50 anos a síria é governada pelo mesmo partido BAATH, presidente , BASHAR AL- ASSAD, antes disso o pai do presidente que governou por 30 anos proibiu a criação de novos partidos para as eleições.
O movimento teve início com a revolta da população da Tunísia, Líbia e Egito contra o governo. Nos primeiros meses foi um movimento pacífico, depois entraram os radicais.
1 milhão estão em lugares onde não tem ajuda, comida água medico.
2,4 milhões se refugiaram em países vizinhos

Em 2013 houve um ataque químico pelo governo BASHAR deixando 1400 mortos. Um acordo internacional fez com que a Síria não usasse mais armas químicas pedindo para que essas armas fossem destruídas, por enquanto 1/3 foi destruído.
A liga árabe fez a proposta ao presidente da Síria de se afastar do cargo e mudar a forma de governo para governo de unidade nacional, a síria recusou. A ONU, Uniao Europeia e os estados unidos também pensavam o mesmo, mas nunca interferiram.
O Irã, China e Rússia são aliados da Síria. O Brasil retirou o embaixador da Síria em 2013 e o Egito fez  o mesmo, rompendo relações com o país.





Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u105498.shtml


http://www.brasilescola.com/historiag/primeira-guerra-Arabe-israelense-1948-1949.htm


http://www.estudopratico.com.br/guerra-dos-seis-dias-resumo-sobre-suas-causas/


http://noticias.terra.com.br/mundo/guerra-civil-da-siria/

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