domingo, 30 de agosto de 2015

Costumes e Rituais Judaícos

O SÁBADO
O que mais distingue Israel e o povo judeu das nações  é a observação de Sábado.
Então, o estudo de Sábado merece o mossa consideração. Vamos considerar a:

Sua Origem
A primeira menção de Sábado ou o sétimo dia  e acha em Gênesis 2:2 –3. A Bíblia nos ensina que Deus santificou o sétimo dia e descansou de toda a sua obra com Criador nesse dia. Então, é bem claro que Deus santificou o sétimo dia para comemorar sua obra de criação. Êxodo 20:11. O povos antigos tinham o costume de observar os sábados, especialmente em Babilônia. Eles observaram os dias 7, 14, 19, 21, 28 de cada mês. Até o rei não podia fazer certas coisas no dia que eles chamaram sabatu. Mas em babilônia foi ligado com astrologia mais do que qualquer idéia de agradar Deus. Dia 19 foi observado também porque  19 adicionado com os 30 dias do mês anterior em 49 ou 7 x 7 o número sagrado.

Sábado e a Nação de Israel

Conforme o ensino em Êxodo 16:23-29, o Sábado já era uma  instituição, pelo que, quando os dez mandamentos forma transmitidos, o Sábado não foi proposto como se fosse uma nova Lei
Embora que a idéia de observar os Sábados foi comum antes da Lei, eu orei – que os seu detalhes específicos foram estabelecidos pela primeira vez no – conteúdo da Lei que foi entregue no Sinai para Israel. É importante notar – que a Lei, inclusive o Sábado, foi dado só a Israel. Êxodo 20:8-11. Em hebraico a palavra Sábado é shabbat: e significa: Cessar ou Descansar. Era para ser principalmente um dia de descanso de todo o trabalho e de todo um dia dedicado a renovação Espiritual e Adoração a Deus. Isto era o propósito do Sábado. A próxima menção do Sábado se encontra em Êxodo. 31:12-18. Aqui, vemos a importância  do Sábado na vista de Deus. Deus obrigou Israel a guardar os seus sábados com pena da morte se profanarem. Era para ser sinal entre Deus e Israel e como uma aliança perpétua em suas gerações.
A ordem era guardar os sábados vem repetida muitas vezes no Antigo Testamento.
Levitico 16:31; 19:3 e 30; 23: 3,  11, 15-16 , 32, 38;  24:8; 25:2, 4, 8; 26:2, 34-35, 43; etc.
Será que Deus mataria alguém só por trabalhar um pouco no dia de Sábado? Vejamos o que aconteceu com um homem que violou o Sábado. Números 15:32-36.

O Seu Desenvolvimento

Os judeus observavam o Sábado de um modo geral. Não trabalhavam e dedicavam o seu dia para adoração do Senhor. Mas o descanso não era estritamente ou rigidamente observado. O povo viaja percorrendo a terra. Eles passavam sem as – restrições que vieram mais tarde. De fato a observação de Sábado degenerou tanto que foi um das maiores razões porque deus permitiu Nabucodonozor de atacar vencer Israel. (Jeremias 17:19-27).

A CIRCUNCISÃO

Como no caso de observar Sábado, muitos povos antigos observaram também o rito de circuncisão. Em sua significação original pode ter sido uma espécie de reconhecimento religioso  associado  aos poderes da reprodução humana; parece ter servido também de distintivo tribal.

Essa é uma das muitas instâncias do método de Deus apropriar-se de uma prática, já existente, dedicando-a para Seus próprios propósitos. Porque  a circuncisão tornou-se uma  pedra de toque do judaísmo posterior.

Agora por diante nós vamos considerar a circuncisão só em relação ao povo de Israel. Vamos estudar: 

A História

Depois de concerto que Deus fez com Abrão, ele exigiu que todos os descendentes machos de Abrão fossem circuncidados. Era para ser o sinal da aliança entre Deus e Israel.   Até os forasteiros entre o povo foram incluídos. Se alguém desobedeceu foi cortado do povo de Deus por ter quebrado a aliança. (Gen. 17:9-14).

O mesmo capítulo registra a obediência de Abrão. Foi circuncidado, melhor circuncidou  assim mesmo e o seu filho, Ismael e todos os outros machos na sua casa. Abrão tinha 99 anos e Ismael 13 nos.  (Gen. 17:23-27).

No tempo de Moisés, depois da saída do Egito, Deus disse a Moisés que seria obrigatório observar a pessoas em todas as suas gerações. Deus esclareceu que ninguém pode comer a páscoa se não fosse circuncidado.  Mas escravos estrangeiros puderam se tinham sido circuncidados. No caso do escravo foi obrigatório mas o estrangeiro que era hóspede havia de escolher, não foi obrigatório. (Êxodo 12:42-48).   

Lembre-se que o costume de observar o Sábado foi posto ao lado pelos judeus durante a jornada no deserto. A observação de Sábado degenerou. Aconteceu também com o costume  de circuncisão. Mas ao entrar na terra prometida, Deus mandou Josué circuncidar todos que não foram circuncidados no deserto. (Josué 5:1-9).

Desde então hoje,  os judeus observam o ritual de circuncisão rigidamente. De fato, levaram em contemplo (desprezaram) os que não foram circundados.

A CERIMÔNIA
A cerimônia em cortar e prepúcio com uma faca ou com uma pedra aguda. Normalmente pertencia ao pai da família fazer mas até uma mulher podia (como no caso da esposa de Moisés quando ele tinha esquecido de circuncidar o seu filho). Êxodo 4:24-26 ; Lev. 12:3.

Mas um gentio nunca pode, era de caráter estritamente religioso

O SIGNIFICADO

A corrupção de pecado geralmente manifestou-se com a degeneração na vida sexual . Então a santificação da vida foi simbolizada pela purificação de órgão sexual  pela qual vida reproduzida. Deus exigiu pureza entre e seu povo e circuncisão tornou-se o sinal externo da aliança entro Israel e Deus.

CASAMENTO

1.    A Lei civil do país deve ser observada em primeiro lugar.
2.    A cerimônia tradicional depois.

A presença de um Minyon (grupo de 10 judeus) é o mister. Isto é a maneira de enfatizar que o casamento não é importante só para a vida do casal mas também é considerado importante para a comunidade. Antigamente a comunidade ajudava generosamente para as coisas
materiais para os noivos.
Na época é licito escolher para si mesmo sua noiva ou noivo mas antigamente não era assim. Cabia aos pais escolherem. Lembrem-se os exemplos Bíblicos como no caso de Abrão, Isaque etc... (Gen. 24 e Gen. 28).

Os símbolos tradicionais ligados com o casamento são:

a. A Chupah:         
(em português chama-se pelos vários nomes tais como: pálio, dessel, baldaquino e pavilhão). Os noivos ficam em pé sob o chupah durante a cerimônia.  Esse pavilhão é feito de material muito fino de alta qualidade. Simboliza real porque os noivos são considerados como rei e rainha no dia do seu casamento.

b. O Anel:   
Pode ser de ouro ou de prata mas deve ser muito simples. Simples para minimizar a diferença entre noivos pobres e noivos ricos. Tipicamente também a tradição judaica de igualdade. Na minha experiência já vi muitas senhoras judaicas usando os seus anéis mas também usando ao mesmo tempo anéis com muita jóias ou pedras caríssimas. Aparentemente, as judias não aguentavam ficar só com um anel simples. O anel simboliza a perfeição eterna. (Seja santificada a mim pela lei de Moisés e Israel).

c. O Documento do Casamento:
Depois de colocar o anel  é lido esse documento de casamento que se chama o Ketubah. É o contrato das obrigações  mutuais entre o casal.

d. O copo de vinho:
Os noivos bebam do mesmo copo no princípio da cerimonia e mais uma vez no fim. Antigamente usavam dois copos. O primeiro para simbolizar a vida de alegria, e o segundo significava a vida de sacrifícios. Bebendo juntos significava o destino comum do casal. 

e. Quebra do copo:
A cerimônia está concluída quebrando o copo. O noivo quebra o copo pisando nele. Simboliza várias coisas:
1.       Faz lhes lembrar a destruição do templo.
2.       Faz lhes lembrar que a vida é frágil e transitória.
3.       Foi também para assustar os espíritos malignos, expulsando-os porque demônios tem ciúmes de qualquer alegria humana.
f. A benção sff. Benção sacerdotal:
Essa benção profunda se encontra em Números 6:24-27.

“O SENHOR TE ABENÇOE E TE GUARDE: O SENHOR FAÇA RESPLANDECER O SEU ROSTO SOBRE TI, E TENHA MISERICÓRDIA DE TI: O SENHOR SOBRE TI LEVANTE O SEU ROSTO, E TE DE PAZ.”
 g. Os hospedes:
Tradicionalmente, era obrigatório para o hospede cumprimentar o noivo dizendo-lhe que ele escolheu uma noiva belíssima. Os rabinos ficavam perturbados, porque se essa descrição não podia ser aplicada, isto é se a noiva era feia mesmo, então os hospedes seriam culpados de testemunhas falsas violando a lei de Moisés. Tudo foi resolvido quando esses sábios concluíram que todas as noivas pudessem ser consideradas lindas e nos olhos do noivo dela sempre é a mais belíssima.

h.  Divórcio:  
É raro entre os judeus. Eles dão muito ênfase sobre a unidade da família. Mesmo assim, conforme as leis judaicas se o divórcio for necessário será fácil obte-lo. De fato, o Talmud diz que pode divorciar-se de sua esposa se ela queimar o jantar. Mas continua dizendo que: “Se existe tão pouco entendimento e compreensão entre o casal que uma carne queimada leva tal importância então significa que já exista uma incompatibilidade básica. Na tradição judaica é considerado maior mal criar crianças num lar sem amor de que a necessidade das crianças enfrentarem o divórcio dos seus pais.

                                                  Os dois jogos de louças.

Não é permitido comer produtos de leiteria até seis horas depois de comer a carne. Isto é baseado numa interpretação  de Êxodo23:19 ;  34:26 ;  e Deut. 14:21. É necessário usar um jogo de louças para carne e outro para produtos de leiteria. 
Lev. 11. Registra as verdadeiras leis dietéticas que Deus deu a nação de Israel naquela época.  Os rabinos de hoje acreditam que essas leis eram  temporárias (com a exceção dos ortodoxos). Foram dadas porque a nação não tinha meios de refrigeração. Quer dizer foi por razões higiênicas.
No certo sentido Deus estava fazendo lições ao seu povo, lições de objeto. Mostrou-lhes que deviam fazer diferença entre carne Kosher (limpa, pura) a carne treyfah (impura), ou  melhor proibido. A carne kosher representa o que é bom, enquanto a carne treyfah representa o mal.  Infelizmente muitos judeus ficam satisfeitos observando ao pé da letra adicionaram leis que Deus nunca lhes deu.  
Vejamos o que o Senhor Jesus disse aos fariseus (Marcos 7: 1-23) Mostrando-lhes claramente que a impureza da vida não tem nada a ver com a comida. Pode comparar Atos 10:9-10; onde Deus exigiu (numa visão) que o Apóstolo Pedro matasse e comesse animais proibidos antigamente. Foi para ensiná-lo que ele não deveria ficar com preconceitos contra os gentios. O Apostolo Paulo nos ensina em Rom. 14; a atitude que crentes devem manter neste sentimento. Devemos Ter  tolerância com irmãos cujas  convicções são diferentes do que as nossas.  A convicção de Apostolo Paulo era: “Eu sei, e disso estou persuadido no Senhor Jesus, que nenhuma coisa é de si mesma impura, salvo para aquele que assim a considera; para esse é impura !” (Rom. 14:20; I Tim. 4:3-4).
Pois bem. Essa idéia do dois jogos de louças é uma invenção dos rabinos baseado na mal interpretação dos seguintes versos: Exo. 23:19;  34:26; Deut. 14:21). Estes trechos. “Não o cabrito leito da sua própria mãe.”

Os rabinos concluíram que este versículo significa que carne e leite na mesma louça não seria lícito. É meio difícil compreender sua interpretação. Pra mim, o verso simplesmente está dizendo que eu não devo matar um cabrito que ainda está alimentando-se  da sua mãe. Que quer dizer não chegou a idade de ser sacrificado. Ou que seria melhor não cozerá o cabrito no leite da sua própria mãe. Ouviu falado também, que os pagã praticavam cozinhar um cabrito vivo elite da sua mãe ! E a advertência é que o povo Deus nunca pode imitar tal coisa. Seja qual for a interpretação certa, creio que a ideia de dois jogos de louça é longe dela!

                             Costumes Alimentares Judeus, Leis Dietéticas e Feriados


As leis dietéticas, judias são ordens bíblicas interpretadas como regras, no que diz respeito aos alimentos . As regras dizem respeito principalmente à seleção, abate e preparação da carne. Os animais permitidos para consumo, especificamente gado, carneiro, bode e cervo; eles são considerados “limpos”. As carnes de aves permitidas são frangos, peru, ganso, faisão e pato. Todas as carnes de animais e aves mortos devem ser inspecionadas quanto ao risco de doenças e is animais e aves mortos por um ritual de abate de acordo com a regra específica. Apenas o quarto dianteiro do quadrúpede pode ser usado, exceto quando o tendão do quadril da veia fêmur possa ser removido, o traseiro também é permitido.
O sangue é proibido como alimento, por ser sinônimo de vida. O tradicional processo Kosher
De carne e aves remove todo o sangue antes da cocção (cozimento). O kosher envolve embeber a carne em água, salgá-la completamente, permitindo que seque e então lavá-la três vezes para remover o sal.
A carne eo leite não podem ser combinados na mesma refeição. O leite ou alimento feitos com leite podem ser consumidos antes, mas não com a refeição. Após se consumir carne, 6h devem passar até que os produtos feitos com leite possam ser consumidos. Em razão das regras de separar carne dos produtos do leite, os lares judeus ortodoxos tradicionais devem manter completamente separado dois conjunto de louças, prataria e equipamento de cozimento um para as refeições de carne e outro para as refeições de produtos lácteos. Apenas os peixes que tem bastante barbatanas e escamas são permitidos. Isso exclui os mariscos e enguias. Os peixes podem ser consumidos com refeições de produtos lácteos ou com carne. Os ovos também podem ser usados com carne ou leite. Porém, qualquer gema de ovo que contenha uma gota de sangue não pode ser usada porque o sangue é considerado um embrião de frango ou sinal de uma nova vida.
As frutas, hortaliças, produtos de cereais e todos os outros alimentos que constituem uma dieta podem ser usados sem restrição. Os produtos de panificação e as misturas prontas de alimentos devem ser produzidos sob os padrões aceitáveis de Kosher.
O mais importante dos feriados judeus é o Sabbath, o dia de descanso, que ocorre no sábado. A refeição da sexta-feira à noite é a melhor da semana e normalmente inclui peixe e frango. Não é permitido aquecer ou cozinhar qualquer tipo de alimento no sábado, dessa forma todos os alimentos consumidos no Sabbath é cozido anteriormente e pode ser mantido quente no forno ou consumido frio.
Os feriados de festival são o Rosh Hashanah o Ano Novo em setembro; Succoth, o feriado de colheita do outono; o Chanukah a festa das luzes em pleno inverno e o Purim, um feriado festivo na primavera. Cada feriado tem guloseimas próprias associadas a ele.
O Yim Kippur, ou Dia do Perdão, ocorre 10 dias após o Rosh Hashanah e é o dia do jejum. Os judeus se abstêm de todos os alimentos e bebidas, inclusive água, desde o pôr-do-sol da véspera do feriado até o pôr-do-sol do feriado. As mulheres grávidas e doentes não fazem jejum.
A Páscoa dos judeus, um festival comemorativo da primavera que dura 8 dias, inclui recomendações dietéticas especiais. Durante o feriado de A Páscoa dos judeus, o pão bolo fermentados são proibidos. O matzo, um pão não fermentados, é consumido bem, como todos os bolos e produtos assados de farinha de matzo moído ou amido de batata e fermentado apenas com clara de ovo batidas. Nenhum sal é permitido no matzo da Páscoa dos judeus tradicional. As variações de matzo frito ou refeições de panquecas de matzo são preparadas com quantidade generosa de gordura.
Kasher? Como surgiu??

Os hospitais Israelitas, prevêm em seu Regulamento, o respeito às Leis Dietéticas Israelitas, que obedecem a um processo denominado KASHER.
O processo Kasher de alimentação teve origem na travessia dos judeus do Egito para a Terra Promentida. Para sobreviverem 40 anos No deserto foram criadas as leis dietéticas que tinham antes de tudo características sanitárias. Visavam livrar o povo de parasitas intestinais e/ou de moléstias gastrointestinais, uma vez que não tinham recursos médicos e não possuíam condições de higiene e de conservação de alimentos.
O povo judeu reconheceu desde então, a relação que existe entre a alimentação do indivíduo e sua saúde atribuindo aos alimentos a influência direta no bem estar físico e até no caráter do individuo .
A palavra Kasher significa “ apropriado para comer, limpo” e designa os alimentos permitidos pelas leis judaicas. O alimento “impróprio para consumo” é denominado terefá.
Fundamentos Dietéticos
Citações bíblicas:
1. “ não cozerás o cabrito no leite de sua mãe”. Daí surgiu a separação entre os alimentos preparados com leite e com carne. Todas as preparações à base de leite, manteiga ou queijo, são feitas em utensílios separados, que não se misturam com os utilizados para carne; ambos os pratos ( à base de carne e de leite) não aparecem juntos numa refeição.
Todos os Hospitais Israelitas possuim duas cozinhas distintas; uma para leite, que é denominada COZINHA DO LEITE e outra para a carne, que é denominada COZINHA DA CARNE. Todos os alimentos que levam em sua preparação, o leite ou derivados deve ser preparado na cozinha do leite e os preparados com carne na cozinha da carne. As cozinhas devem ter os funcionários próprios e uniformizados de maneira diferentes; todos os utensílios utilizados ( desde talheres, até panos de prato) devem ser identificados de maneira a serem reconhecidos prontamente e evitar misturas ou troca dos mesmos.
OBS: a carne de peixe é excluída destas restrições, sendo então permitida a sua preparação com leite e manteiga.
2. No capítulo XI do Levítico, consta a enumeração dos animais proibidos e permitidos.
Entre os mamíferos são considerados Kasher os ruminantes de casco fundidos. Não são considerados kasher: lebre, colelho.
Entre os animais marinhos são kasherm, apenas peixes que possuem nadadeiras e escamas.
Entre as aves são kasher, as que não forem de caça.
Entre os mamíferos permitidos, nem todas as partes são próprias para o consumo:
Desprezam a gordura que envolve os intestinos ( cap. VII Levítico Vers 22)
Tendões
Traseira de animal ( nervo ciático) Gênesis, XXXII, 33.
Víceras
Nenhum animal doente ou que haja morrido acidentalmente é kasher. Sua carne é julgada terefá ( imprópria para consumo).
A matança do animal é tarefa de uma pessoa especializada: o Shochet. Não é permitido o sofrimento do animal. O sacrifício do animal é feito através de uma lâmina muito afiada e sem falha ( Maimônides: “ Já que a necessidade de obter alimentos exige o sacrifício de animais, a lei ordena que a morte do animal seja a menos dolorosa possível.
Animal castrados não servem para a alimentação.

Bar-Mitzvah  (Filho da Lei o Mandamento)

Estes costumes é observado pelos ortodoxos e conservadores. Quando um menino chegar ao seu décimo terceiro aniversário, é considerado qualificado a ser Bar-Mitzvah.

Desde então é considerado responsável  perante a lei pelos seus atos e pelas suas obrigações religiosas. Nos Sábado (antes ou depois) do seu aniversário, o menino é chamado na sinagoga ao altar para ler um trecho da Torah em hebraico. Conforme a tradição, era necessário para o Bar-Mitzvah. dar um discurso Talmúdico. Hoje  em dia, é apenas necessário afirmar sua intenção de seguir judaísmo e declarar sua intenção de estruturar Torah. Depois da cerimônia na  sinagoga, realiza-se uma festa em casa. O menino receba muitos presentes dos pais e dos parentes e amigos. A origem deste costume é recente. Não passa 600 anos. Originou-se na Europa. Não é Bíblico. Recentemente, nos últimos 20 anos os reformados e alguns conservadores introduziram o  costume de Bar-Mitzvah.  (Filha  de mandamento) mas meninos e meninas fazem sua “confirmação”, quando tiverem 15 ou 16 anos, em grupos.

Netilat Yadayim (Lavagem das mãos).

Judeus piedosos lavem suas mãos várias vezes durante um dia. Lavem-nas ao acordarem, antes e depois das refeições e antes das orações.

Responsabilidades dos Pais.

A Mulher (bath habbayith) é responsável para ascender as velas nos sábados e nas festas. Ela precisa orar e pronunciar bênçãos na hora. Ela é responsável também para manter a casa. “kosher”. O pai, (Baal Habbayith) tem responsabilidade principalmente na sinagoga. Mas, também é responsável para a educação da sua família. Deut. 6:4-9. 

Enterro
Não é permitida a cremação, nem são usadas flores e músicas. Os homens são enterrados com seu xale de oração. O rabino discursa
em  memória do falecido, e os filhos homens – ou o parente mais próximo do sexo masculino _ recitam uma oração (o Kadish). No período de uma semana a família faz luto em respeito à memória de seu ente querido e nos

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