O SÁBADO
O que mais distingue Israel e o povo judeu das
nações é a observação de Sábado.
Então, o estudo de Sábado merece o mossa consideração.
Vamos considerar a:
Sua Origem
A primeira menção de Sábado ou o sétimo dia e acha em Gênesis 2:2 –3. A Bíblia nos ensina
que Deus santificou o sétimo dia e descansou de toda a sua obra com Criador
nesse dia. Então, é bem claro que Deus santificou o sétimo dia para comemorar
sua obra de criação. Êxodo 20:11. O povos antigos tinham o costume de observar
os sábados, especialmente em Babilônia. Eles observaram os dias 7, 14, 19, 21,
28 de cada mês. Até o rei não podia fazer certas coisas no dia que eles
chamaram sabatu. Mas em babilônia foi ligado com astrologia mais do que
qualquer idéia de agradar Deus. Dia 19 foi observado também porque 19 adicionado com os 30 dias do mês anterior
em 49 ou 7 x 7 o número sagrado.
Sábado e a Nação
de Israel
Conforme o ensino em Êxodo 16:23-29, o Sábado já era
uma instituição, pelo que, quando os dez
mandamentos forma transmitidos, o Sábado não foi proposto como se fosse uma
nova Lei
Embora que a idéia de observar os Sábados foi comum antes
da Lei, eu orei – que os seu detalhes específicos foram estabelecidos pela
primeira vez no – conteúdo da Lei que foi entregue no Sinai para Israel. É
importante notar – que a Lei, inclusive o Sábado, foi dado só a Israel. Êxodo
20:8-11. Em hebraico a palavra Sábado é shabbat: e significa: Cessar ou
Descansar. Era para ser principalmente um dia de descanso de todo o trabalho e
de todo um dia dedicado a renovação Espiritual e Adoração a Deus. Isto era o
propósito do Sábado. A próxima menção do Sábado se encontra em Êxodo. 31:12-18.
Aqui, vemos a importância do Sábado na
vista de Deus. Deus obrigou Israel a guardar os seus sábados com pena da morte
se profanarem. Era para ser sinal entre Deus e Israel e como uma aliança
perpétua em suas gerações.
A ordem era guardar os sábados vem repetida muitas vezes
no Antigo Testamento.
Levitico 16:31; 19:3 e 30; 23: 3, 11, 15-16 , 32, 38; 24:8; 25:2, 4, 8; 26:2, 34-35, 43; etc.
Será que Deus mataria alguém só por trabalhar um pouco no
dia de Sábado? Vejamos o que aconteceu com um homem que violou o Sábado.
Números 15:32-36.
O Seu
Desenvolvimento
Os judeus observavam o Sábado de um modo geral. Não
trabalhavam e dedicavam o seu dia para adoração do Senhor. Mas o descanso não
era estritamente ou rigidamente observado. O povo viaja percorrendo a terra.
Eles passavam sem as – restrições que vieram mais tarde. De fato a observação
de Sábado degenerou tanto que foi um das maiores razões porque deus permitiu
Nabucodonozor de atacar vencer Israel. (Jeremias 17:19-27).
A CIRCUNCISÃO
Como no caso de observar Sábado, muitos povos antigos
observaram também o rito de circuncisão. Em sua significação original pode ter
sido uma espécie de reconhecimento religioso
associado aos poderes da
reprodução humana; parece ter servido também de distintivo tribal.
Essa é uma das muitas instâncias do método de Deus
apropriar-se de uma prática, já existente, dedicando-a para Seus próprios
propósitos. Porque a circuncisão
tornou-se uma pedra de toque do judaísmo
posterior.
Agora por diante nós vamos considerar a circuncisão só em
relação ao povo de Israel. Vamos estudar:
A História
Depois de concerto que Deus fez com Abrão, ele exigiu que
todos os descendentes machos de Abrão fossem circuncidados. Era para ser o
sinal da aliança entre Deus e Israel.
Até os forasteiros entre o povo foram incluídos. Se alguém desobedeceu
foi cortado do povo de Deus por ter quebrado a aliança. (Gen. 17:9-14).
O mesmo capítulo registra a obediência de Abrão. Foi
circuncidado, melhor circuncidou assim
mesmo e o seu filho, Ismael e todos os outros machos na sua casa. Abrão tinha
99 anos e Ismael 13 nos. (Gen.
17:23-27).
No tempo de Moisés, depois da saída do Egito, Deus disse
a Moisés que seria obrigatório observar a pessoas em todas as suas gerações.
Deus esclareceu que ninguém pode comer a páscoa se não fosse circuncidado. Mas escravos estrangeiros puderam se tinham
sido circuncidados. No caso do escravo foi obrigatório mas o estrangeiro que
era hóspede havia de escolher, não foi obrigatório. (Êxodo 12:42-48).
Lembre-se que o costume de observar o Sábado foi posto ao
lado pelos judeus durante a jornada no deserto. A observação de Sábado
degenerou. Aconteceu também com o costume
de circuncisão. Mas ao entrar na terra prometida, Deus mandou Josué
circuncidar todos que não foram circuncidados no deserto. (Josué 5:1-9).
Desde então hoje,
os judeus observam o ritual de circuncisão rigidamente. De fato, levaram
em contemplo (desprezaram) os que não foram circundados.
A CERIMÔNIA
A cerimônia em cortar e prepúcio com uma faca ou com uma
pedra aguda. Normalmente pertencia ao pai da família fazer mas até uma mulher
podia (como no caso da esposa de Moisés quando ele tinha esquecido de
circuncidar o seu filho). Êxodo 4:24-26 ; Lev. 12:3.
Mas um gentio nunca pode, era de caráter estritamente
religioso
O SIGNIFICADO
A corrupção de pecado geralmente manifestou-se com a
degeneração na vida sexual . Então a santificação da vida foi simbolizada pela
purificação de órgão sexual pela qual
vida reproduzida. Deus exigiu pureza entre e seu povo e circuncisão tornou-se o
sinal externo da aliança entro Israel e Deus.
CASAMENTO
1. A Lei civil
do país deve ser observada em primeiro lugar.
2. A cerimônia
tradicional depois.
A presença de um Minyon (grupo de 10 judeus) é o mister.
Isto é a maneira de enfatizar que o casamento não é importante só para a vida
do casal mas também é considerado importante para a comunidade. Antigamente a
comunidade ajudava generosamente para as coisas
materiais para os noivos.
Na época é licito escolher para si mesmo sua noiva ou
noivo mas antigamente não era assim. Cabia aos pais escolherem. Lembrem-se os
exemplos Bíblicos como no caso de Abrão, Isaque etc... (Gen. 24 e Gen. 28).
Os símbolos tradicionais ligados com o casamento são:
a. A Chupah:
(em português chama-se pelos vários nomes tais como:
pálio, dessel, baldaquino e pavilhão). Os noivos ficam em pé sob o chupah
durante a cerimônia. Esse pavilhão é
feito de material muito fino de alta qualidade. Simboliza real porque os noivos
são considerados como rei e rainha no dia do seu casamento.
b. O Anel:
Pode ser de ouro ou de prata mas deve ser muito simples.
Simples para minimizar a diferença entre noivos pobres e noivos ricos.
Tipicamente também a tradição judaica de igualdade. Na minha experiência já vi
muitas senhoras judaicas usando os seus anéis mas também usando ao mesmo tempo
anéis com muita jóias ou pedras caríssimas. Aparentemente, as judias não
aguentavam ficar só com um anel simples. O anel simboliza a perfeição eterna.
(Seja santificada a mim pela lei de Moisés e Israel).
c. O Documento do Casamento:
Depois de colocar o anel
é lido esse documento de casamento que se chama o Ketubah. É o contrato
das obrigações mutuais entre o casal.
d. O copo de vinho:
Os noivos bebam do mesmo copo no princípio da cerimonia e
mais uma vez no fim. Antigamente usavam dois copos. O primeiro para simbolizar
a vida de alegria, e o segundo significava a vida de sacrifícios. Bebendo
juntos significava o destino comum do casal.
e. Quebra do copo:
A cerimônia está concluída quebrando o copo. O noivo
quebra o copo pisando nele. Simboliza várias coisas:
1. Faz lhes
lembrar a destruição do templo.
2. Faz lhes
lembrar que a vida é frágil e transitória.
3. Foi também
para assustar os espíritos malignos, expulsando-os porque demônios tem ciúmes
de qualquer alegria humana.
f. A benção sff. Benção sacerdotal:
Essa benção profunda se encontra em Números 6:24-27.
“O SENHOR TE ABENÇOE E TE GUARDE: O SENHOR FAÇA
RESPLANDECER O SEU ROSTO SOBRE TI, E TENHA MISERICÓRDIA DE TI: O SENHOR SOBRE
TI LEVANTE O SEU ROSTO, E TE DE PAZ.”
g. Os hospedes:
Tradicionalmente, era obrigatório para o hospede
cumprimentar o noivo dizendo-lhe que ele escolheu uma noiva belíssima. Os
rabinos ficavam perturbados, porque se essa descrição não podia ser aplicada,
isto é se a noiva era feia mesmo, então os hospedes seriam culpados de
testemunhas falsas violando a lei de Moisés. Tudo foi resolvido quando esses
sábios concluíram que todas as noivas pudessem ser consideradas lindas e nos
olhos do noivo dela sempre é a mais belíssima.
h. Divórcio:
É raro entre os judeus. Eles dão muito ênfase sobre a
unidade da família. Mesmo assim, conforme as leis judaicas se o divórcio for
necessário será fácil obte-lo. De fato, o Talmud diz que pode divorciar-se de
sua esposa se ela queimar o jantar. Mas continua dizendo que: “Se existe tão
pouco entendimento e compreensão entre o casal que uma carne queimada leva tal
importância então significa que já exista uma incompatibilidade básica. Na
tradição judaica é considerado maior mal criar crianças num lar sem amor de que
a necessidade das crianças enfrentarem o divórcio dos seus pais.
Os dois jogos
de louças.
Não é permitido comer produtos de leiteria até seis horas
depois de comer a carne. Isto é baseado numa interpretação de Êxodo23:19 ; 34:26 ;
e Deut. 14:21. É necessário usar um jogo de louças para carne e outro
para produtos de leiteria.
Lev. 11. Registra as verdadeiras leis dietéticas que Deus
deu a nação de Israel naquela época. Os
rabinos de hoje acreditam que essas leis eram
temporárias (com a exceção dos ortodoxos). Foram dadas porque a nação
não tinha meios de refrigeração. Quer dizer foi por razões higiênicas.
No certo sentido Deus estava fazendo lições ao seu povo,
lições de objeto. Mostrou-lhes que deviam fazer diferença entre carne Kosher
(limpa, pura) a carne treyfah (impura), ou
melhor proibido. A carne kosher representa o que é bom, enquanto a carne
treyfah representa o mal. Infelizmente
muitos judeus ficam satisfeitos observando ao pé da letra adicionaram leis que
Deus nunca lhes deu.
Vejamos o que o Senhor Jesus disse aos fariseus (Marcos
7: 1-23) Mostrando-lhes claramente que a impureza da vida não tem nada a ver
com a comida. Pode comparar Atos 10:9-10; onde Deus exigiu (numa visão) que o
Apóstolo Pedro matasse e comesse animais proibidos antigamente. Foi para
ensiná-lo que ele não deveria ficar com preconceitos contra os gentios. O
Apostolo Paulo nos ensina em Rom. 14; a atitude que crentes devem manter neste
sentimento. Devemos Ter tolerância com
irmãos cujas convicções são diferentes
do que as nossas. A convicção de
Apostolo Paulo era: “Eu sei, e disso estou persuadido no Senhor Jesus, que
nenhuma coisa é de si mesma impura, salvo para aquele que assim a considera;
para esse é impura !” (Rom. 14:20; I Tim. 4:3-4).
Pois bem. Essa idéia do dois jogos de louças é uma
invenção dos rabinos baseado na mal interpretação dos seguintes versos: Exo.
23:19; 34:26; Deut. 14:21). Estes
trechos. “Não o cabrito leito da sua própria mãe.”
Os rabinos concluíram que este versículo significa que
carne e leite na mesma louça não seria lícito. É meio difícil compreender sua
interpretação. Pra mim, o verso simplesmente está dizendo que eu não devo matar
um cabrito que ainda está alimentando-se
da sua mãe. Que quer dizer não chegou a idade de ser sacrificado. Ou que
seria melhor não cozerá o cabrito no leite da sua própria mãe. Ouviu falado
também, que os pagã praticavam cozinhar um cabrito vivo elite da sua mãe ! E a
advertência é que o povo Deus nunca pode imitar tal coisa. Seja qual for a
interpretação certa, creio que a ideia de dois jogos de louça é longe dela!
Costumes Alimentares Judeus, Leis Dietéticas e Feriados
As leis dietéticas, judias são ordens bíblicas
interpretadas como regras, no que diz respeito aos alimentos . As regras dizem
respeito principalmente à seleção, abate e preparação da carne. Os animais
permitidos para consumo, especificamente gado, carneiro, bode e cervo; eles são
considerados “limpos”. As carnes de aves permitidas são frangos, peru, ganso,
faisão e pato. Todas as carnes de animais e aves mortos devem ser inspecionadas
quanto ao risco de doenças e is animais e aves mortos por um ritual de abate de
acordo com a regra específica. Apenas o quarto dianteiro do quadrúpede pode ser
usado, exceto quando o tendão do quadril da veia fêmur possa ser removido, o
traseiro também é permitido.
O sangue é proibido como alimento, por ser sinônimo de
vida. O tradicional processo Kosher
De carne e aves remove todo o sangue antes da cocção
(cozimento). O kosher envolve embeber a carne em água, salgá-la completamente,
permitindo que seque e então lavá-la três vezes para remover o sal.
A carne eo leite não podem ser combinados na mesma
refeição. O leite ou alimento feitos com leite podem ser consumidos antes, mas
não com a refeição. Após se consumir carne, 6h devem passar até que os produtos
feitos com leite possam ser consumidos. Em razão das regras de separar carne
dos produtos do leite, os lares judeus ortodoxos tradicionais devem manter
completamente separado dois conjunto de louças, prataria e equipamento de
cozimento um para as refeições de carne e outro para as refeições de produtos
lácteos. Apenas os peixes que tem bastante barbatanas e escamas são permitidos.
Isso exclui os mariscos e enguias. Os peixes podem ser consumidos com refeições
de produtos lácteos ou com carne. Os ovos também podem ser usados com carne ou
leite. Porém, qualquer gema de ovo que contenha uma gota de sangue não pode ser
usada porque o sangue é considerado um embrião de frango ou sinal de uma nova
vida.
As frutas, hortaliças, produtos de cereais e todos os
outros alimentos que constituem uma dieta podem ser usados sem restrição. Os
produtos de panificação e as misturas prontas de alimentos devem ser produzidos
sob os padrões aceitáveis de Kosher.
O mais importante dos feriados judeus é o Sabbath, o dia
de descanso, que ocorre no sábado. A refeição da sexta-feira à noite é a melhor
da semana e normalmente inclui peixe e frango. Não é permitido aquecer ou
cozinhar qualquer tipo de alimento no sábado, dessa forma todos os alimentos
consumidos no Sabbath é cozido anteriormente e pode ser mantido quente no forno
ou consumido frio.
Os feriados de festival são o Rosh Hashanah o Ano Novo em
setembro; Succoth, o feriado de colheita do outono; o Chanukah a festa das
luzes em pleno inverno e o Purim, um feriado festivo na primavera. Cada feriado
tem guloseimas próprias associadas a ele.
O Yim Kippur, ou Dia do Perdão, ocorre 10 dias após o
Rosh Hashanah e é o dia do jejum. Os judeus se abstêm de todos os alimentos e
bebidas, inclusive água, desde o pôr-do-sol da véspera do feriado até o
pôr-do-sol do feriado. As mulheres grávidas e doentes não fazem jejum.
A Páscoa dos judeus, um festival comemorativo da
primavera que dura 8 dias, inclui recomendações dietéticas especiais. Durante o
feriado de A Páscoa dos judeus, o pão bolo fermentados são proibidos. O matzo,
um pão não fermentados, é consumido bem, como todos os bolos e produtos assados
de farinha de matzo moído ou amido de batata e fermentado apenas com clara de
ovo batidas. Nenhum sal é permitido no matzo da Páscoa dos judeus tradicional.
As variações de matzo frito ou refeições de panquecas de matzo são preparadas
com quantidade generosa de gordura.
Kasher? Como surgiu??
Os hospitais Israelitas, prevêm em seu Regulamento, o
respeito às Leis Dietéticas Israelitas, que obedecem a um processo denominado
KASHER.
O processo Kasher de alimentação teve origem na travessia
dos judeus do Egito para a Terra Promentida. Para sobreviverem 40 anos No
deserto foram criadas as leis dietéticas que tinham antes de tudo
características sanitárias. Visavam livrar o povo de parasitas intestinais e/ou
de moléstias gastrointestinais, uma vez que não tinham recursos médicos e não
possuíam condições de higiene e de conservação de alimentos.
O povo judeu reconheceu desde então, a relação que existe
entre a alimentação do indivíduo e sua saúde atribuindo aos alimentos a
influência direta no bem estar físico e até no caráter do individuo .
A palavra Kasher significa “ apropriado para comer, limpo”
e designa os alimentos permitidos pelas leis judaicas. O alimento “impróprio
para consumo” é denominado terefá.
Fundamentos Dietéticos
Citações bíblicas:
1. “ não cozerás o cabrito no leite de sua mãe”. Daí
surgiu a separação entre os alimentos preparados com leite e com carne. Todas
as preparações à base de leite, manteiga ou queijo, são feitas em utensílios
separados, que não se misturam com os utilizados para carne; ambos os pratos (
à base de carne e de leite) não aparecem juntos numa refeição.
Todos os Hospitais Israelitas possuim duas cozinhas
distintas; uma para leite, que é denominada COZINHA DO LEITE e outra para a
carne, que é denominada COZINHA DA CARNE. Todos os alimentos que levam em sua
preparação, o leite ou derivados deve ser preparado na cozinha do leite e os
preparados com carne na cozinha da carne. As cozinhas devem ter os funcionários
próprios e uniformizados de maneira diferentes; todos os utensílios utilizados
( desde talheres, até panos de prato) devem ser identificados de maneira a serem
reconhecidos prontamente e evitar misturas ou troca dos mesmos.
OBS: a carne de peixe é excluída destas restrições, sendo
então permitida a sua preparação com leite e manteiga.
2. No capítulo XI do Levítico, consta a enumeração dos
animais proibidos e permitidos.
Entre os mamíferos são considerados Kasher os ruminantes
de casco fundidos. Não são considerados kasher: lebre, colelho.
Entre os animais marinhos são kasherm, apenas peixes que
possuem nadadeiras e escamas.
Entre as aves são kasher, as que não forem de caça.
Entre os mamíferos permitidos, nem todas as partes são
próprias para o consumo:
Desprezam a gordura que envolve os intestinos ( cap. VII
Levítico Vers 22)
Tendões
Traseira de animal ( nervo ciático) Gênesis, XXXII, 33.
Víceras
Nenhum animal doente ou que haja morrido acidentalmente é
kasher. Sua carne é julgada terefá ( imprópria para consumo).
A matança do animal é tarefa de uma pessoa especializada:
o Shochet. Não é permitido o sofrimento do animal. O sacrifício do animal é
feito através de uma lâmina muito afiada e sem falha ( Maimônides: “ Já que a
necessidade de obter alimentos exige o sacrifício de animais, a lei ordena que
a morte do animal seja a menos dolorosa possível.
Animal castrados não servem para a alimentação.
Bar-Mitzvah (Filho da Lei o Mandamento)
Estes costumes é observado pelos ortodoxos e
conservadores. Quando um menino chegar ao seu décimo terceiro aniversário, é
considerado qualificado a ser Bar-Mitzvah.
Desde então é considerado responsável perante a lei pelos seus atos e pelas suas
obrigações religiosas. Nos Sábado (antes ou depois) do seu aniversário, o
menino é chamado na sinagoga ao altar para ler um trecho da Torah em hebraico.
Conforme a tradição, era necessário para o Bar-Mitzvah. dar um discurso
Talmúdico. Hoje em dia, é apenas
necessário afirmar sua intenção de seguir judaísmo e declarar sua intenção de
estruturar Torah. Depois da cerimônia na
sinagoga, realiza-se uma festa em casa. O menino receba muitos presentes
dos pais e dos parentes e amigos. A origem deste costume é recente. Não passa
600 anos. Originou-se na Europa. Não é Bíblico. Recentemente, nos últimos 20
anos os reformados e alguns conservadores introduziram o costume de Bar-Mitzvah. (Filha
de mandamento) mas meninos e meninas fazem sua “confirmação”, quando
tiverem 15 ou 16 anos, em grupos.
Netilat Yadayim
(Lavagem das mãos).
Judeus piedosos lavem suas mãos várias vezes durante um
dia. Lavem-nas ao acordarem, antes e depois das refeições e antes das orações.
Responsabilidades
dos Pais.
A Mulher (bath habbayith) é responsável para ascender as
velas nos sábados e nas festas. Ela precisa orar e pronunciar bênçãos na hora.
Ela é responsável também para manter a casa. “kosher”. O pai, (Baal Habbayith)
tem responsabilidade principalmente na sinagoga. Mas, também é responsável para
a educação da sua família. Deut. 6:4-9.
Enterro
Não é permitida a cremação, nem são usadas flores e
músicas. Os homens são enterrados com seu xale de oração. O rabino discursa
em memória do
falecido, e os filhos homens – ou o parente mais próximo do sexo masculino _
recitam uma oração (o Kadish). No período de uma semana a família faz luto em
respeito à memória de seu ente querido e nos
aniversários de sua morte, vão até o cemitério, onde
realizam a leitura do Kadish e acendem
velas.
Fonte: http://www.vivos.com.br/448.htm
Fonte: http://www.vivos.com.br/448.htm
muito interessante.
ResponderExcluirMUITO BOM
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