O lugar
mais sagrado do judaísmo era o Templo, construído no monte Moriá em Jerusalém.
Ele foi destruído pelos gregos . O segundo Templo, construído no mesmo lugar,
foi destruído pelos romanos. Um outro lugar sagrado em Jerusalém é o monte das
Oliveiras, um cemitério. Ainda que os locais onde foram enterrados Moisés, Aron
e Miriam não sejam conhecidos, os túmulos de outros líderes são locais de
peregrinação e oração. Estes incluem a tumba de Davi, a caverna de Machepelah e
tumbas de muitos rabinos famosos.
O Domo da Rocha, em Jerusalém, protege o lugar no qual a
tradição islâmica diz que Maomé ascendeu aos céus. Ele fica exatamente no mesmo
lugar do Segundo Templo judaico.
Parede do Templo
A única
parte remanescente dos dois templos é a parede ocidental, também conhecida como
Muro das Lamentações, em Jerusalém. Judeus e não judeus de todo mundo o
visitam. Os peregrinos vão rezar sozinhos ou em grupo, e colocam pequenos pedaços
de papel com orações e pedidos entre as pedras sagradas do muro.
Jerusalém
Jerusalém,
a cidade judaica mais sagrada na Terra, abrigou os Templos por centenas de
anos. Sagrada também para os cristãos e mulçumanos, nela oram pessoas de todas
as fés. Jerusalém foi designada como capital pelo rei Davi há cerca de 3.000
anos e foi a capturada por muitos governantes que a queriam apenas para membros
de sua própria fé. As Cruzadas foram guerras religiosas que começaram em 1096
porque o papa queria tomar Jerusalém dos muçulmanos.
Basílica do Santo Sepulcro
Construída
onde acredita-se ser o local da ressurreição de Jesus, é o lugar mais
importante para os cristãos. Lá está uma tumba com a pedra em que o corpo de
Cristo teria sido colocado. Construída no século 4, foi destruída no século 11
pelo califado que governava a cidade, reerguida e ampliada no século 12.
Jerusalém
registrou só em 2010 a visita de mais de 3,5 milhões de turistas. O Rio de
Janeiro, 1,6 milhões.
A Cidadela
Também
conhecida como Torre de Davi (os bizantinos erroneamente a chamavam de Palácio
do rei Davi). Construída no século 2 a.C.e aprimorada nos séculos 1, 15 e 16
d.C., a Cidadela foi usada como meio de defesa, aguentando as investidas dos
soldados do papa Urbano II durante a Primeira Cruzada.
Sinagoga de Ramban
Primeira
grande sinagoga da cidade, erguida 500 anos após os judeus serem expulsos.
Ficava perto do monte Sião, mas mudou para a localização atual por volta de
1400. Em 1599, deixou de ser uma sinagoga a mando dos otomanos que controlavam
Jerusalém. Voltou a ter a função em 1967, com Israel obtendo o controle da
Cidade Velha.
Monte Sião
Colina
próxima ao monte das Oliveiras, embora o nome Sião também seja associado à
própria Jerusalém e à ideia da Terra Prometida. Lá fica a Abadiade Hagia-Maria,
construída sobre o lugar em que a mãe de Jesus teria morrido. Também estão no
monte o edifício onde teria ocorrido a Última Ceia e a suposta tumba do rei
Davi.
Via Dolorosa (ou Via sacra)
É um
percurso pelas ruas da cidade com 14 “estações”, que representam as etapas da
crucificação de Jesus. A primeira marca sua condenação e as demais simbolizam o
caminho até o Calvário, onde teria morrido. As quatro últimas estão dentro da
Basílica do Santo Sepulcro. São simbólicas: não há precisão geográfica (ou
histórica). Os locais já até mudaram algumas vezes.
Domo da Rocha
Fica na
Mesquita de Omar, finalizada em 691, e tem o domo coberto de ouro. É o terceiro
lugar mais sagrado do islamismo, depois de Meca e Medina. A tal rocha fica no
centro da mesquita e é, segundo a tradição islâmica, o lugar de onde Maomé
ascendeu ao céu. Para os judeus, é onde Abraão foi ordenado a sacrificar seu
filho Isaac.
Monte das Oliveiras
Segundo a
Bíblia, foi o local para onde Jesus teria ido após a Última Ceia. Lá fica o
jardim de Getsêmani, onde Cristo foi traído por Judas, e a Mesquita da
Ascensão, construída onde ele teria ascendido para os céus. Para os judeus, é
neste local que o Messias retornará no dia do Julgamento.
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