domingo, 30 de agosto de 2015

Lugares Sagrados


O lugar mais sagrado do judaísmo era o Templo, construído no monte Moriá em Jerusalém. Ele foi destruído pelos gregos . O segundo Templo, construído no mesmo lugar, foi destruído pelos romanos. Um outro lugar sagrado em Jerusalém é o monte das Oliveiras, um cemitério. Ainda que os locais onde foram enterrados Moisés, Aron e Miriam não sejam conhecidos, os túmulos de outros líderes são locais de peregrinação e oração. Estes incluem a tumba de Davi, a caverna de Machepelah e tumbas de muitos rabinos famosos.
O Domo da Rocha, em Jerusalém, protege o lugar no qual a tradição islâmica diz que Maomé ascendeu aos céus. Ele fica exatamente no mesmo lugar do Segundo Templo judaico.
                     
                                                           Parede do Templo

A única parte remanescente dos dois templos é a parede ocidental, também conhecida como Muro das Lamentações, em Jerusalém. Judeus e não judeus de todo mundo o visitam. Os peregrinos vão rezar sozinhos ou em grupo, e colocam pequenos pedaços de papel com orações e pedidos entre as pedras sagradas do muro.

                                                                  Jerusalém

Jerusalém, a cidade judaica mais sagrada na Terra, abrigou os Templos por centenas de anos. Sagrada também para os cristãos e mulçumanos, nela oram pessoas de todas as fés. Jerusalém foi designada como capital pelo rei Davi há cerca de 3.000 anos e foi a capturada por muitos governantes que a queriam apenas para membros de sua própria fé. As Cruzadas foram guerras religiosas que começaram em 1096 porque o papa queria tomar Jerusalém dos muçulmanos.


Basílica do Santo Sepulcro

Construída onde acredita-se ser o local da ressurreição de Jesus, é o lugar mais importante para os cristãos. Lá está uma tumba com a pedra em que o corpo de Cristo teria sido colocado. Construída no século 4, foi destruída no século 11 pelo califado que governava a cidade, reerguida e ampliada no século 12.
Jerusalém registrou só em 2010 a visita de mais de 3,5 milhões de turistas. O Rio de Janeiro, 1,6 milhões.

A Cidadela

Também conhecida como Torre de Davi (os bizantinos erroneamente a chamavam de Palácio do rei Davi). Construída no século 2 a.C.e aprimorada nos séculos 1, 15 e 16 d.C., a Cidadela foi usada como meio de defesa, aguentando as investidas dos soldados do papa Urbano II durante a Primeira Cruzada.

Sinagoga de Ramban

Primeira grande sinagoga da cidade, erguida 500 anos após os judeus serem expulsos. Ficava perto do monte Sião, mas mudou para a localização atual por volta de 1400. Em 1599, deixou de ser uma sinagoga a mando dos otomanos que controlavam Jerusalém. Voltou a ter a função em 1967, com Israel obtendo o controle da Cidade Velha.
Monte Sião

Colina próxima ao monte das Oliveiras, embora o nome Sião também seja associado à própria Jerusalém e à ideia da Terra Prometida. Lá fica a Abadiade Hagia-Maria, construída sobre o lugar em que a mãe de Jesus teria morrido. Também estão no monte o edifício onde teria ocorrido a Última Ceia e a suposta tumba do rei Davi.

Via Dolorosa (ou Via sacra)

É um percurso pelas ruas da cidade com 14 “estações”, que representam as etapas da crucificação de Jesus. A primeira marca sua condenação e as demais simbolizam o caminho até o Calvário, onde teria morrido. As quatro últimas estão dentro da Basílica do Santo Sepulcro. São simbólicas: não há precisão geográfica (ou histórica). Os locais já até mudaram algumas vezes.

Domo da Rocha

Fica na Mesquita de Omar, finalizada em 691, e tem o domo coberto de ouro. É o terceiro lugar mais sagrado do islamismo, depois de Meca e Medina. A tal rocha fica no centro da mesquita e é, segundo a tradição islâmica, o lugar de onde Maomé ascendeu ao céu. Para os judeus, é onde Abraão foi ordenado a sacrificar seu filho Isaac.

Monte das Oliveiras


Segundo a Bíblia, foi o local para onde Jesus teria ido após a Última Ceia. Lá fica o jardim de Getsêmani, onde Cristo foi traído por Judas, e a Mesquita da Ascensão, construída onde ele teria ascendido para os céus. Para os judeus, é neste local que o Messias retornará no dia do Julgamento.


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